Realizou-se hoje, na BE Alameda, a final do concurso de leitura do 2º ano. Os 31 alunos de todas as turmas responderam prontamente às questões colocadas e só o nervosismo de alguns levou a que errassem pequenas coisas. Guilherme, o Tagarela, e as suas amigas, de Marta Fernández-Rañada, foi a obra lida, relida e "vivida" por todos.
No jogo final, ficaram nos primeiros lugares os alunos:
1º - Ana Luísa da Costa Velho, turma 2.3 - Alagoas
2º - Joana Mendes, turma 2.1 - Alameda
3º - António Rodrigues, turma 2.1 - Alameda
PARABÉNS!
Realizamos hoje no Centro Escolar Alagoas a final do concurso Saber... aLer, que envolveu alunos de todas as turmas do 1º ano do agrupamento. Os 52 entusiasmados participantes mostraram ser EXCELENTES conhecedores da obra A ovelhinha preta, de Elizabeth Shaw.
Os três primeiros classificados foram:
1º - Margarida Valente, turma 1.1 das Alagoas
2º - Camila, turma 1.2 das Alagoas
3º - Pedro Vicente, turma 1.2 das Alagoas PARABÉNS!
Os meninos do Jardim de Infância ficaram encantados com a dramatização "O beijo da palavrinha" feita pelos alunos da Educação Especial da EB23.
Também a turma 4.2 pôde apreciar as aventuras de Serafim e Malacueco numa interpretação livre de uma encarregada de educação e alguns docentes seus convidados.
Serafim e Malacueco na corte do rei Escama foi a história que os alunos da turma 4.4 contaram aos colegas. Construíram os fantoches, reescreveram a história, acrescentando-lhe novas personagens e prenderam a atenção dos espectadores com uma animada representação.
Os meninos da Unidade de Multideficiência, as turmas 1.3 e 2.3 contaram, cantaram e dramatizaram as histórias "O peixinho amarelo", "A Flor vai ver o mar" e "O macaco Simão". Que belos momentos!
Os alunos da turma 4.5 realizaram a experiência "Explosão de cores" para os seus colegas da turma 4.1. Deslocaram-se também à EB23, onde associaram a leitura do conto Azul, da obra Contos do arco-íris, à realização da mesma experiência. Puderam ainda assistir ao teatro de fantoches baseado na obra "Planeta azul?" e apreciar como a água salgada consegue produzir energia suficiente para colocar em movimento um pequeno carro. Leitura e ciência estiveram de mãos dadas e enriqueceram-se mutuamente!
Os pequenos escritores da turma 3.4 levaram as suas histórias sobre o mar aos colegas do Centro Escolar Alameda. A sua fantasia e criatividade cativaram os ouvintes e evidenciaram um dos objetivos da escrita: transmitir ideias e emoções.
Partilhamos convosco aqui duas dessas histórias:
“A família dos três peixinhos”
Era uma vez um peixe chamado Pequenote. (Tinha este
nome porque era muito pequenino).
Então o Sr. Grandalhão, que era o
pai dele e era muito grande, dizia-lhe sempre o mesmo, ao ver que o filho
estava triste: - O que é que se passa, Pequenote? O filho, quase a chorar,
respondia-lhe: - Os outros peixes estão sempre a
gozar comigo por ser tão pequeno!... - Deixa lá. Eu vou falar com eles. -
respondeu o pai. A mãe, a Sra. Média, que ficou a
ouvir a conversa, disse: - Acho que devias mesmo ir. Sou da
tua opinião. No dia seguinte a Sra. Média, que
acordou mais cedo, foi acordar o Sr. Grandalhão e disse-lhe: - Vai acordar o Pequenote e quando o
levares para a escola dá-lhes o “sermão” que precisam de ouvir. -Está bem, eu vou. - respondeu o Sr.
Grandalhão , ainda cheio de sono. Quando chegaram à escola o Sr.
Grandalhão disse-lhes muito zangado: - Se vocês gozam com o meu filho, por
ser pequeno ou por outra coisa qualquer, eu venho cá outra vez. E eu não quero
fazer isso. Deixando o filho na escola, voltou
para casa ter com a Sra. Média. A Sra. Média perguntou: - Como é que correu? - Muito bem! Quando comecei a berrar
com eles, começaram logo a encolher-se. - Acho que nunca mais se metem com o
Pequenote. – acrescentou a Sra. Média. - Também acho. - disse o Sr.
Grandalhão. Ao fim da tarde a Sra. Média propôs: - Eu vou buscar o Pequenote. - Sim, vai. Eu fico aqui. Ao chegar da escola, o Pequenote
disse, zangado, para os pais: - Agora ninguém brinca comigo! - Ó filho, tens de dizer-lhes que
gostavas muito de brincar com eles porque são todos amigos. Aconselhou o Sr.
Grandalhão. - Está bem. Eu digo-lhes, amanhã. E passaram todos a brincar com ele.
Não houve mais problemas com o Pequenote e o Pequenote passou a chamar-se
Grandalhão porque, a certa altura, já era do tamanho do pai.
Maria Leonor Tojeiro Barbedo
A Aventura
Era uma
vez uma tartaruga que não tinha amigos.
A mãe
da tartaruga dizia-lhe que qualquer dia encontraria muitos amigos. Mas ela não
acreditava.
Então,
um dia, encontrou um caranguejo muito despachado e perguntou-lhe:
- Para
onde vais?
- Eu
vou para o meu emprego.
E
novamente a tartaruga perguntou:
-
Queres ser meu amigo?
- Olha,
por acaso, até gostava muito. Mas depois falamos. Agora tenho de ir trabalhar.
Então a
tartaruga foi logo dizer à mãe, que estava a fazer o jantar:
- Mãe,
encontrei um amigo!
A mãe
olhou para ela e disse:
- Muito
bem filha! Estou muito feliz contigo.
Passados
alguns dias, viu o seu amigo caranguejo e perguntou-lhe o nome.
- O meu
nome é Tiago.
Nesse
dia, era a tartaruga que tinha pressa e foi-se embora!
Viu ao
longe um tubarão e então perguntou-lhe:
- Para
onde vais?
- Eu
vou para minha casa.
- Como
te chamas?
- Eu
chamo-me Tomás.
Enquanto
falava com o Tomás viu o José, o peixe palhaço mais famoso do fundo do mar, a
fazer piadas.
Mais de
um mês depois, a tartaruga ainda continuava a procurar amigos: encontrou um
amiguinho que deitava tinta preta, era o Miguel, o único polvo que vivia no
mar.
Viu o
Luís, o búzio, e a Mónica, a ameijoa. Os dois estavam a brincar com o Tomás,
com o José e com o Tiago.
Os
cinco amigos, ao verem a tartaruga, perguntaram em coro:
- Como
te chamas?
- Eu
sou a Margarida. Estou tão contente por sermos amigos!
Os seis
amigos foram brincar no meio dos corais e das anémonas…
Alunos dos 1º, 2º e 3º ciclos e do ensino secundário encontraram-se no museu. Aí, tiveram oportunidade de visitar as exposições de fotografia e pintura e partilhar momentos de poesia, com tradução em Língua Gestual Portuguesa (LGP). Os poemas, da autoria dos alunos surdos, transbordavam emoção e maravilharam todos os presentes, pela beleza da linguagem, pela expressividade e leveza de gestos e imagens.
Ao longo da semana, foram vários os convidados que partilharam connosco o seu prazer de ler e o encantamento pelas histórias sobre o mar:
- Catarina trouxe Mar à vista à turma 1.2
- Bianca, Uma aventura no mar com a turma 2.1
- Professora Aurora (aposentada), mostrou O Peixinho arco-íris aos alunos da turma 1.1
- Professor Alberto, apresentou o poema e a música Nau Catrineta na turma 4.3
No âmbito do projeto "Os pais contam e leem na escola" que se desenvolve ao longo do ano, foram vários os pais, amigos e familiares que quiseram tomar parte nesta festa da leitura, deslocando-se à escola para lerem aos seus filhos e amigos, durante a Semana da Leitura. Gostamos de os receber!
A turma 3.3 apresentou aos encarregados de educação o projeto que tanto os tem entusiasmado nos últimos tempos: a pesquisa sobre o lince-ibérico.
Com a colaboração de Bianca, a estagiária da Escola do Rodo, realizaram jogos que os divertiram e com os quais aprenderam mais um pouco. Obrigado Bianca!
A poesia esteve presente ao longo da semana, quer nas salas de aula, onde a equipa da BE entregou poemas sobre o MAR, quer em sessões de partilha e declamação na biblioteca.
Os alunos do
Centro Escolar foram convidados a participar num projeto designado Postais Solidários - Páscoa, desenvolvido
pelos alunos do curso Técnico de Apoio Psicossocial da Escola Profissional do
Rodo, no âmbito da disciplina Comunidade e Intervenção Social.
Os docentes
e alunos revelaram-se recetivos ao convite e, com muita criatividade e
motivação, elaboraram estes lindos postais, que poderão ser apreciados nos dias
14 e 15 de março, na exposição realizada na Escola Profissional de
Desenvolvimento Rural do Rodo (Régua).
No dia 28 de fevereiro, no âmbito do espaço "Biblioteca à Tua Medida", foi apresentado, articulando com a área de Estudo do Meio, um powerpoint da autoria da professora Eugénia Monteiro, intitulado "O Linho - da semente ao tecido".
Além da turma 3.4, a quem se destinava, especificamente, estiveram também presentes, a convite, as turmas 3.1 e 3.2.
Pensar o rio, sentir o rio, SER RIO.
Esta foi a experiência que pais e filhos viveram no Museu do Douro, na oficina promovida pela BE em parceria com o Serviço Educativo do museu.